Gestrinona: o chip da moda por Iris Azi

É importante destacar que esse método contraceptivo é resultado de mais de 40 anos de estudos sobre a atuação dos hormônios no corpo humano, realizados pelo Dr. Elsimar Coutinho e seus colaboradores.

 

Os implantes hormonais também conhecidos como  “chip da beleza”, a cada dia, vem ganhando espaço na mídia e adeptas. Dentre as usuárias do chip destacam-se as malhadoras assíduas, blogueiras, modelos e mulheres depois dos 40.  A mulherada aderiu ao uso do implante atraídas pelos efeitos positivos  proporcionados,  como fim da TPM, redução do peso e da celulite, aumento da massa magra e da libido.

Os chips são tubinhos flexíveis, de três milímetros de diâmetro, feitos para ser implantados por baixo da pele, no braço ou na nádega. Cada um contém uma dose fixa – em torno de 1 mg – liberada diariamente na corrente sanguínea, durante um ano.

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A aplicação do implante de gestrinona se faz com seis cápsulas (G6) para não fumantes de peso médio de 70kg. Para fumantes, ex fumantes e mulheres com 80kg ou mais, a dose deve ser aumentada para G7 ou G8. Em pacientes nas quais o efeito anti-estrogênico é predominante, a associação com o estradiol deve ser recomendada. O preço do implante é um pouco elevado o que restringe o tratamento à elite.

Além de anticoncepcional, os chips tratam e previnem problemas como ovário policístico e endometriose, protegendo a fertilidade da mulher; também são usados contra a osteoporose (perda óssea); anemia feminina (por excesso de perda de sangue); baixa libido; cólica e enxaqueca da TPM (tensão pré-menstrual); menstruação precoce; convulsões (nos casos de síndrome de Down) e reposição hormonal – no climatério, na menopausa e na andropausa.

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Apesar de algumas usuárias comemorarem os  ótimos resultados obtidos, outras mulheres tiveram péssimos resultados  com uso do chip.  Entre os  efeitos negativos identificados por algumas usuárias estão  voz grossa, aumento do clitóris, ganho de peso, queda de cabelo, pele oleosa e aumento de pelo.

É importante destacar que esse método contraceptivo é resultado de mais de 40 anos de estudos sobre a atuação dos hormônios no corpo humano, realizados pelo Dr. Elsimar Coutinho e seus colaboradores. Contudo, para definir o melhor método a ser utilizado, é imprescindível procurar a orientação medica, afinal cada mulher é única e precisa de uma diferente dosagem de hormônio por um determinado período de tempo.

 

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